12/01/2016

Novas Mensais Disney na Coleção


As aquisições de hoje foram as quatro principais revistas Disney publicadas no Brasil, Pato Donald 2451, Zé Carioca 2416, Mickey 881 e Tio Patinhas 607 (ed. Abril, jan/16). A seguir, rápidos comentários sobre cada uma delas.

A edição do Pato Donald terá uma bela capa e uma imperdível seleção de HQs de Marco Rota e Vicar. Zé Carioca continua sem as inéditas, mas que voltará na próxima edição. Mickey terá a continuação de "Pé na Estrada" que também é a parte final. Como ficaria linda uma edição desse conteúdo em formato americano, papel LWC, com capa dura ou mesmo brochura hein? Já a revista do Tio Patinhas recebeu muitas críticas negativas por conta da capa. Houve até comparação com a Magali.   


Depois dos gibis lidos, poderei falar mais alguma coisa sobre as histórias. As revistas Pateta e Minnie 57 (ed. Abril, jan/16) vou receber ainda nesta semana ou começo da outra. 

Até!

09/01/2016

Júlia Kendall 56 e a Minha Coleção de Mágico Vento

As 5 primeiras edições de Mágico Vento no Brasil

Começo as postagens do ano falando sobre duas séries italianas que alcançaram também grande sucesso no Brasil, Júlia Kendall e Mágico Vento.

Com relação à J Kendall Aventuras de uma Criminóloga eu já falei um bocado aqui no blog. Inclusive sobre a minha coleção que já está completa, por isso, quero me resumir a falar sobre a minha última leitura dela, a edição 56 (Ed. Mythos, jul/2009). Corpo de Delito é uma história de tragédia familiar. O que poderia acontecer com o pai, à mãe, filho e filha ao desaparecer de repente todos de uma vez só, quando combinaram de se encontrar no mesmo lugar pra ver a futura casa de morada que estão prestes a se mudar? Anos depois do desaparecimento da família, onde aparentemente era um mistério sem nenhuma pista, surge à maior evidência. O filho é encontrado por acaso e confessa a autoria do assassinato dos outros. O que aconteceu exatamente? Mas do que saber como tudo se passou, Júlia precisa saber o que levou o jovem a cometer tamanha brutalidade? Qual a motivação?

J Kendall 56 (ed. Mythos, jul/2009)

Eu pessoalmente adoro todas as tramas que li dessa personagem feminina dos fumetti. Quando estou lendo Júlia e chego às últimas 20 páginas, penso que aquele momento é único, é emocionante quando tudo está prestes a se revelar. Procuro aproveitar o máximo possível e nunca me decepciono, fazendo valer cada centavo gasto. Nunca achei uma edição de Júlia ruim, elas oscilam sempre entre boas, ótimas e excelentes.

Com Mágico Vento também se repetiu comigo exatamente o que senti por J Kendall na primeira vez que li. Talvez em proporção um pouco menor, mas suficiente pra eu desejar ter a série toda.  Então estou falando de uma série fechada, e com tudo publicado no Brasil, dos anos de 2002 a 2013 e 131 edições lançadas. O nome de Mágico Vento é Ned Ellis que se tornou um Xamã da tribo dos índios Sioux, depois de um terrível acidente (atentado) que matou todos os seus companheiros e que por um milagre o deixou apenas à beira da morte, sendo salvo por um Xamã que ele substituiu posteriormente. Junto com seu fiel companheiro, o jornalista Willy Richards vulgo Poe, que tem uma semelhança incrível com o escritor Edgar Allan Poe, ele busca não por vingança, mas justiça, e também pra decifrar os enigmas do seu passado esquecido por causa de uma explosão.

Desde que eu comecei a colecionar MV consegui 111 números, faltando somente 20 pra coleção ficar completa. O número mais difícil é o da última edição, a única com 256 páginas e que encerrou a série. Todos os outros números já vi pra vender, mas procuro comprar por um preço que me convém, de acordo com minhas possibilidades, por isso espero sempre mais um pouco, pois sei que aparecerá as oportunidades com o preço que procuro. Foi assim com J Kendall pra completar e deu certo, então conseguirei também com MV. Tenho certeza!

Lombadas de uma parte das coleções de J. Kendall e Mágico Vento

Termino expressando toda a minha admiração por estas duas séries dos fumettis, que pelo alto nível dos roteiros e qualidade dos desenhos, valem muito a pena pra todos, principalmente aos fãs do gênero de suspense e faroeste, e também pela lindas capas que são um show à parte. Volto a falar brevemente sobre As Aventuras de uma Criminóloga, pois neste mês a publicação completa 120 edições. 

Até!

21/12/2015

Um Brasileiro Chamado Zé Carioca / Turma da Mônica Coleção Histórica 50

Um Brasileiro Chamado Zé Carioca (ed. Abril nov/2015) e 
Turma da Môncia Coleção Histórica 50 (ed. Panini nov/2015)

Comprei no começo deste mês na livraria Cultura o encadernada capa dura da Disney Um Brasileiro Chamado Zé Carioca e o último volume da coleção Turma da Mônica Coleção Histórica, no caso foi o número 50.

Quanto ao material físico, dispensa comentários. Ambas as aquisições fazem parte de coleções que como todos já sabem, vale muito à pena adquirir. Mas pena mesmo é ver a única coisa que a MSP fazia de bom, acabar. Creio que não cumpriu com o propósito, isso dependendo de qual seria é óbvio, pois pra mim somente quando tivesse em 100 números é que talvez pudesse parar. Ainda é muito difícil encontrarmos os números da editora Abril de Mônica e Cebolinha abaixo da centésima publicação. Se estiverem cancelando porque estão planejando uma novidade, sinceramente não tenho esperança de que seja uma coisa muito boa para os fãs antigos que foram os atingidos diretamente.

Falando um pouco sobre o conteúdo das duas aquisições, a TMCH continuou com suas alterações até o último número, por isso lá no fundo, acho que talvez tenha sido melhor assim mesmo. Só conseguiria me desapegar dessa maneira, pois essas mudanças no texto e desenho me irritavam bastante, pois geralmente dou mais o valor as coisas originais ou bem fiéis. Já o capa dura da Disney é lindo!

Os brasileiros ficaram muito orgulhosos quando em 1942, Walt Disney que já era mundialmente famoso pelos seus trabalhos de animação, criou Joe Carioca, um personagem brasileiro. Mas como aconteceram com os patos, outros foram os responsáveis por fazer permanecer o personagem no rol da fama. Nessa oportunidade foi Ivan Saidenberg e Renato Canini, durante 1971-1978. Já espero o segundo volume trazendo o restante da produção desses dois gênios dos quadrinhos brasileiros. Em minha opinião, o que de melhor existe do Zé Carioca é deles! Foi mais de noventa HQs, o que daria perfeitamente um segundo volume até maior do que esse primeiro, que saiu com 44 histórias.

Minhas revistas mensais da Disney ainda não chegaram, espero isso pra amanhã, Tex mensal que estou acompanhando também, mas qualquer falha na distribuição deste mês, o meu Natal com quadrinhos novos e leitura inédita está garantido. Talvez eu não poste mais antes do dia 24, o que não está certo ainda, então aproveito pra agora desejar a todos um feliz Natal! 

19/12/2015

Compra de duas edições de O Melhor da Disney - As Obras Completas de Carl Barks

O Melhor da Disney 13 e 14 (ed. Abril ago/2005)

Quando o Pato Donald completou 70 anos em 2004, a editora Abril lançou a coleção O Melhor da Disney - As Obras Completas de Carl Barks. Foram reunidas em 41 volumes todas as histórias produzidas por Carl Barks (1901-2000), o homem dos patos, como é conhecido carinhosamente pelos fãs.

Essa coleção é o que atualmente mais cobiço no mercado de gibis usados e o que mais anseio em termos de republicação. Todos os volumes são dificilmente encontrados separados, e uma coleção completa chega a R$ 2.000,00 no Mercado Livre. Com relação a uma possível republicação, o editor já me desiludiu, já que deixou claro em rede social que não vai haver uma fiel a essa e sim que estuda somente um pouco semelhante, mas pelo que percebi nas entrelinhas, distante de ser como essa,o que me desagrada bastante, pois desde 2013 que esperava e perdi de adquirir várias edições por um preço muito abaixo do que está sendo cobrado agora. Isso porque estava esperando pelo menos uma publicação aos moldes de O Melhor da Disney.

Os da foto desta postagem foram uns que eu comprei na semana passada e chegaram nesta. São os volumes 13 e 14 e comprei-os pelo preço mínimo que se pode encontrar, ou seja, R$ 20,00 cada. Uma curiosidade sobre os usados dessa coleção e que os mais fáceis de se encontrar são os números baixos. Talvez pelo número da tiragem que diminua com o passar do tempo durante o lançamento, já que é uma coleção extensa e as primeiras edições tenham sido mais impressos.

Lembrando que em 2013 perguntei ao editor sobre A Saga do Tio Patinhas e ele disse que não tinha planos para republicar. Um ano depois anunciou uma nova publicação integral da obra. Será que é possível uma repetição dos fatos? Só aguardando. 

29/11/2015

Coleção Completa de J. Kendall - Aventuras de uma Criminóloga

Coleção Completa de J. Kendall - 126 edições brasileiras

Tive uma grande surpresa quando fui dar uma passada na revistaria da cidade neste mês. Ainda tinha esperança de encontrar a Turma da Mônica Coleção Histórica 49 (Panini, set/2015), que agora estava chegado regularmente. Mesmo com um atraso de quase um mês, ainda assim alimentava que ia chegar a qualquer momento.

Infelizmente não chegou, mas em compensação, outra publicação que não estava vindo e que estava me fazendo gastar com frete comprando pela internet, apareceu.  Júlia Kendall - As Aventuras de uma Criminóloga, até que enfim! Está na edição 119 e só veio um exemplar, mas suficiente pra fazer a minha alegria, pois estava demorando a aparecer pra venda até no site da própria editora Mythos.

Eu tenho a coleção de J Kendall completa. Acredito que tudo que foi publicado no Brasil dela eu tenho. Possuo os 119 números das edições regulares e até os seis especiais que saíram anos atrás, o último em 2013. Realmente é uma publicação que adoro, tenho até o número 1 publicado na Itália, ou seja, tenho o original que ela apareceu pela primeira vez! 

A irregularidade é uma marca registrada na distribuição de quadrinhos no Brasil, pode ser que isso aconteça por causa do tamanho do país, mas também por falta de organização e má vontade. Pelo menos neste mês que fiquei sem a TMCH 49, consegui Júlia. 

26/11/2015

Começando a leitura de Contos de Natal por Carl Barks

Primeira história " O Melhor Natal"

Comecei hoje a ler o meu encadernado de Contos de Natal (Ed. Abril, out/2015). É nada mais nada menos que todas as histórias de Carl Barks com tema natalino, reunidas numa só edição, num total de 35 HQs.

A qualidade física do material é indiscutível, por isso queria apenas comentar um pouco sobre conteúdo, por exemplo, o que gostei logo de cara. Logo no início com a apresentação, encontramos algumas coisas interessantes, entre elas sobre o desinteresse de Barks pelo Natal. Algo fácil de observar nessas histórias é a ausência de um dos maiores símbolos que é o Papai Noel. Carl Barks criticava o consumismo que ele representava e assim não o incluía nas tramas, algo a meu ver que seja uma das melhores características dessas histórias de Natal. As HQs estão em ordem cronológica, gostei muito, e a primeira que tem uma mensagem das mais lindas, também foi à primeira de todas que ele produziu.  

Eu gosto do Natal como época do ano, acho bonitos alguns símbolos, mas também não sou de comemorar. Entro no clima muitas vezes como que forçado pelos outros e então não faço questão de me opor.

Bem, como sempre, não gosto de me alongar muito, apenas deixar registrado um pouco das minhas impressões sobre o lançamento, que pra mim, já entrou pro rol dos melhores de todos os tempos! 

24/11/2015

A Linda Capa do Almanaque do Pato Donald 12

Capa do Almanaque Pato Donald 12 (ed. Abril, fev/2013)

Compartilho uma imagem que acho maravilhosa. Essa, da capa do Almanaque do Pato Donald 12 (Ed. Abril, fev/2013) 2ª série. 

Gosto de apreciar essa ave (gaivota?) voando por sobre a cabeça de Donald e roubando o seu chapéu, enquanto ele dirige perto da encosta do mar no seu carrinho. O ângulo é fantástico e além de tudo o pato está com a cara de alegre. Olhar pra esse desenho me dá uma sensação de liberdade em ritmo de aventura.

A maioria das HQs dessa edição é do americano Tony Strobl (1905-1991) um dos meus desenhistas preferidos. Tenho a intenção de futuramente dedicar uma postagem sobre o seu trabalho disneiano. A ilustração em questão é da autoria do italiano Alessio Copola (1958), bem como a ideia, de acordo com o site INDUCKS. Saiu pela primeira vez em Paperino 384 na Itália em junho de 2012.

Pois é, os quadrinhos Disney são capazes de me proporcionar sensações reais através da ficção. Gosto demais de me sentir assim através dessa leitura!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...