09/01/2016

Júlia Kendall 56 e a Minha Coleção de Mágico Vento

As 5 primeiras edições de Mágico Vento no Brasil

Começo as postagens do ano falando sobre duas séries italianas que alcançaram também grande sucesso no Brasil, Júlia Kendall e Mágico Vento.

Com relação à J Kendall Aventuras de uma Criminóloga eu já falei um bocado aqui no blog. Inclusive sobre a minha coleção que já está completa, por isso, quero me resumir a falar sobre a minha última leitura dela, a edição 56 (Ed. Mythos, jul/2009). Corpo de Delito é uma história de tragédia familiar. O que poderia acontecer com o pai, à mãe, filho e filha ao desaparecer de repente todos de uma vez só, quando combinaram de se encontrar no mesmo lugar pra ver a futura casa de morada que estão prestes a se mudar? Anos depois do desaparecimento da família, onde aparentemente era um mistério sem nenhuma pista, surge à maior evidência. O filho é encontrado por acaso e confessa a autoria do assassinato dos outros. O que aconteceu exatamente? Mas do que saber como tudo se passou, Júlia precisa saber o que levou o jovem a cometer tamanha brutalidade? Qual a motivação?

J Kendall 56 (ed. Mythos, jul/2009)

Eu pessoalmente adoro todas as tramas que li dessa personagem feminina dos fumetti. Quando estou lendo Júlia e chego às últimas 20 páginas, penso que aquele momento é único, é emocionante quando tudo está prestes a se revelar. Procuro aproveitar o máximo possível e nunca me decepciono, fazendo valer cada centavo gasto. Nunca achei uma edição de Júlia ruim, elas oscilam sempre entre boas, ótimas e excelentes.

Com Mágico Vento também se repetiu comigo exatamente o que senti por J Kendall na primeira vez que li. Talvez em proporção um pouco menor, mas suficiente pra eu desejar ter a série toda.  Então estou falando de uma série fechada, e com tudo publicado no Brasil, dos anos de 2002 a 2013 e 131 edições lançadas. O nome de Mágico Vento é Ned Ellis que se tornou um Xamã da tribo dos índios Sioux, depois de um terrível acidente (atentado) que matou todos os seus companheiros e que por um milagre o deixou apenas à beira da morte, sendo salvo por um Xamã que ele substituiu posteriormente. Junto com seu fiel companheiro, o jornalista Willy Richards vulgo Poe, que tem uma semelhança incrível com o escritor Edgar Allan Poe, ele busca não por vingança, mas justiça, e também pra decifrar os enigmas do seu passado esquecido por causa de uma explosão.

Desde que eu comecei a colecionar MV consegui 111 números, faltando somente 20 pra coleção ficar completa. O número mais difícil é o da última edição, a única com 256 páginas e que encerrou a série. Todos os outros números já vi pra vender, mas procuro comprar por um preço que me convém, de acordo com minhas possibilidades, por isso espero sempre mais um pouco, pois sei que aparecerá as oportunidades com o preço que procuro. Foi assim com J Kendall pra completar e deu certo, então conseguirei também com MV. Tenho certeza!

Lombadas de uma parte das coleções de J. Kendall e Mágico Vento

Termino expressando toda a minha admiração por estas duas séries dos fumettis, que pelo alto nível dos roteiros e qualidade dos desenhos, valem muito a pena pra todos, principalmente aos fãs do gênero de suspense e faroeste, e também pela lindas capas que são um show à parte. Volto a falar brevemente sobre As Aventuras de uma Criminóloga, pois neste mês a publicação completa 120 edições. 

Até!

2 comentários:

  1. Cara, é muito gratificante quando encontramos aquele gibi que nos dá prazer indescritível.

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    1. Sim, você captou bem o meu sentimento. Sinto um enorme prazer lendo estas duas HQs e isso torna os quadrinhos muito prazeroso.Também às vezes dá até pra pensar que se tudo de quadrinhos se limitasse aí, mesmo assim valeria a pena ler e colecionar. Exageros à parte, realmente estou gostando muito dos fumettis, esses dois em especial. Um abraço!

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